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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Micro Industria Processadora de Queijos


MINI FABRICA DE QUEIJO


(Continuação...)



Corte da massa coalhada: Quando a coagulação estiver terminada a massa ou pasta coalhada deve ser cortada mediante facas ou liras, o objeto de cortar a massa é conseguir com grãos/quadrados de maior ou menor tamanho, dependendo do soro que se deseja reter, normalmente um queijo mais úmido (queijos frescos) estão formados por grãos maiores, É nessa fase que se extrai o soro que sobra (soro e a parte liquida do leite que não foi aproveitada na fabricação do queijo) cujo qual dentre outras aplicações se usa para fabricar ricota.


Esquentamento da Coalhada: A massa ou pasta coalhada, uma vez que tenha sido cortada deve ser levada a seu esquentamento entre 30/40°, enquanto é agitada para que os grãos permaneçam separados e não continuem a se unir. Quanto mais quente ficarem os quadrinhos/grãos de massa, mais seco será o resultado devido ao maior desprendimento de soro. Em função da temperatura que ha sido submetida a massa ou pasta, denominamos: pasta/massa macia, pasta/massa semi-cozida.


A Prensagem do Queijo: Finalizado o esquentamento, se procede ao preenchimento dos moldes que darão forma e tamanho ao queijo. Os moldes podem ser submetidos a uma prensa. Esta Pressão produz uma eliminação de soro e permite com que o queijo adote formas mais acentuadas. Assim falamos de queijos de pasta/massa prensada e de queijos de massa/pasta não prensado.


Selagem do Queijo: Uma vez que o queijo foi prensado, passamos para a fase de selagem, esta pode ser feita a seco, aplicando diretamente sobre a massa ou por imersão em água com sal ou salmoura.


A Maturação do queijo: A maturação é a última fase da fabricação, esta pode durar desde algumas horas, até vários meses, variando conforme o tipo de queijo que se deseja obter. Neste processo de maturação se desenvolvem uma grande quantidade de aromas e sabores. A Maturação se leva a cabo em zonas especialmente condicionadas para isso, onde a temperatura e a umidade são adequadas para cada tipo de queijo, o que implica adaptar instalações, com clima controlado, mesmo que existem algumas regiões que possuem condições naturais de temperatura e umidade, o que dão uma origem especial a seus queijos.

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sábado, 29 de junho de 2013

Micro Industria Processadora de Queijos

MINI FABRICA DE QUEIJOS

Passo a Passo de Como Fabricar Queijos e a Opção de Montar sua “Fabrica Queijeira”.

Apesar de milenar, a fabricação de queijo vem se modificando, se adaptando aos processos industriais de grande porte. Porém entendemos que a atividade artesanal ainda tem seu espaço, pois apenas através dela é possível acompanhar de perto cada passo da produção, imprimindo uma personalidade a cada tipo de queijo, esse diferencial competitivo abre seu espaço dentro do mercado, paralelo a necessidade dos consumidores em buscarem novas experiências de consumo.
Quem sabe não seja a oportunidade de você pensar neste negocio e se for este o caso lhe daremos algumas ferramentas e informações que possa lhe ajudar a decifrar este apaixonante negocio agro-alimentar.

PROCESSO e FABRICAÇÃO DE QUEIJOS (abordagem genérica)

Recepção da Matéria prima;

Recepção: Tarefa na qual o leite é higienizado com o fim de eliminar suas impurezas provenientes do tambo, esta operação se realiza com um tanque em aço inox. De recepção equipado com coadores super finos.

Homogeneização do leite: pode ser feita a homogenização se a intenção e que se tenha parâmetros específicos de gordura para isso se utilizam desnatadores que por ação de centrifuga separam o gordura láctea. No caso da não realização deste tratamento de homogenização, o queijo se fabrica com leite integral. 

Armazenamento: Posteriormente, se o leite não for submetido ao processo de fabricação de queijo no ato, deve-se esfriá-lo a 3-4° , pois esta é a temperatura ideal tanto para conservação quanto para transporte.

Pasteurização, Tratamentos térmicos do leite: Antes de iniciar a fabricação de queijo, seja com leite recém ordenhado, refrigerado ou armazenado o leite deve ser submetido a um processo térmico a 72/80° durante 20/40 segundos, esse processo se chama pasteurização, realizado com equipamentos de pasteurização com controle de temperatura, seu objetivo é eliminar micróbios patogenos do leite. Quando esse processo não é aplicado dizemos que o queijo foi fabricado com leite Crú.
O Queijo fabricado com leite cru, é muito saboroso, e pode ser consumido sem nenhum problema, respeitando sempre sua maturação mínima de mais de 60 dias a uma temperatura de 5°, salvo se o leite procede de tambos higienizados e com boas praticas de produção.

Tanqueado: Preenchimento do Tanque e incorporação de fermentos.Uma vez que o leite foi tratado termicamente, o cru, deve ser colocado em um tanque ou cuba para que possa ser submetido a processo de esquentamento a temperatura de 25-30° onde serão incorporadas o cultivo de bactérias lácteas e fermentadas, mohos cuja missão é fazer crescer, dar aromas e sabores que serão desenvolvidos em um próximo processo (maturação).


Coagulação do Leite: Na sequência, se inclui o coalho em porções indicadas pelo fabricante e dependendo do tipo de queijo a ser fabricado. Neste momento é quando de fato o leite passa a transformar-se em queijo, tendo em vista que a caseína (importante proteína do leite) é coagulada a uns 30/32°, as formulas para a fabricação conforme o queijo vão entre 30/35° Outra técnica de coagulação é mediante a acidificação do leite, nesta se deixa o leite em temperatura ambiente e sua acidez vai subindo até que passa adquirir um aspecto de coagulado ou de “leite coalhado” este sistema é utilizado na fabricação de vários tipos de queijos.

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